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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Fluvicolinae
 Swainson, 1832
Espécie: X. irupero

Nome Científico

Xolmis irupero
(Vieillot, 1823)

Nome em Inglês

White Monjita


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Noivinha

A noivinha (Xolmis irupero), também conhecida popularmente por viuvinha e viuvinha-alegre, é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: de Xolmis= vocábulo de origem incerta. Provavelmente se refere ao asteca “xomotl”, nome de ave registrado por Hernandez(1651), no México; do (guarani) iruperó = pássaro problemático, com problemas. ⇒ Pássaro xolmis problemático.

Características

Mede entre 17 e 18 centímetros de comprimento e é quase todo branco. Apenas as rêmiges primárias (penas da ponta das asas), bem como a ponta das penas da cauda são negras; também são pretos o bico e as pernas.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Possui duas subespécies reconhecidas:

Aves Brasil CBRO - 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).

Fotos das subespécies de (Xolmis irupero)
(Ssp. irupero) (Ssp. niveus)

Alimentação

Come essencialmente insetos e pequenos invertebrados que apanha em vôo com apurada técnica: parte de um galho onde esta pousada, apanha a presa em ousadas piruetas e volta para o seu poleiro.

Reprodução

Constrói o ninho em ocos de árvores e ninhos abandonados de João-de-Barro. Põe cerca de 3 ovos que apenas a fêmea choca durante aproximadamente duas semanas. Os filhotes são alimentados por ambos os pais, que lhes trazem o alimento no bico.

Hábitos

Sabe peneirar muito bem, mantendo-se no mesmo ponto no ar, adejando as asas como os beija-flores. Na caatinga seca contra o céu azul destaca-se pela alvura de sua plumagem e de sua extrema elegância de voo. É uma das mais lindas aves do sertão nordestino.

Distribuição Geográfica

Vive na caatinga, nos campos com arbustos e árvores esparsas, na beira de brejos, no Nordeste e no sul do Brasil, no Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e ainda na Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai.

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos